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A decisão da nora do prefeito afastado de Traipu, Marcos Santos, e atual mandatária do cargo, Juliany Tavares Machado, de decretar situação emergencial no município por 155 dias indignou o coordenador-geral do Movimento Contra a Corrupção em Alagoas (MCCE/AL) Antônio Fernando da Silva, que entrará nesta segunda-feira (06) com uma representação no Ministério Público Estadual contra a gestora e candidata a reeleição.
Segundo Fernando da Silva, a decisão da atual prefeita representa um perigo lato num ano de eleição, já que ela poderá contratar servidores sem concurso público. “Com o histórico dessa família, entende-se que querem novamente usar a máquina pública para benefício próprio, isso é vergonhoso”, disse o coordenador-geral do MCCE em Alagoas.
O município de Traipu tem recebido destaque na imprensa alagoana nos últimos anos, já que os atuais gestores tem sido alvo de várias operações policiais e denúncias de corrupção em suas administrações, como a operação Tabanga da polícia Federal que acusou o prefeito afastado Marcos Santos e a primeira-dama de utilizarem o dinheiro da merenda escolar para comprar ração para cachorros e whisky.
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