Edgar Barros, gerente-executivo do INSS em Maceió (Foto: Ascom INSS)
O gerente-executivo do INSS em Maceió, Edgar Barros, rebateu o presidente do Sindprev, Cícero Lourenço, e desafiou o sindicalista a apresentar as provas de provável desabamento do prédio onde funciona a APS Ary Pitombo, no centro de Maceió. Para o dirigente do INSS, o comportamento do sindicalista é irresponsável e eleitoreiro.“Esta é uma prática terrorista, com fins eleitoreiros. Estamos em ano político e como os sindicalistas não tem serviços prestados à categoria querem fazer palanque com este assunto para iludir a sociedade”, disse Edgar. “Estamos trabalhando firme, desde o ano passado, no processo de mudança daquela unidade porque a caducidade do prédio, aliado ao ambiente externo não possibilita condições favoráveis para que a população seja atendida em acomodações mais dignas e os servidores tenham melhores condições de trabalho. A iniciativa da mudança foi minha”, garante o gerente do INSS. “Ninguém me pediu nada. Na condição de gestor percebi que a sociedade e os colegas precisavam de um local melhor e determinei a abertura de processo”Esse processo já foi iniciado com a transferência da Dataprev, empresa de tecnologia da Previdência Social, que também funciona no edifício Ary Pitombo e está se mudando para o 2º andar do edifício sede do Instituto.Durante anos e anos esse prédio apresenta essas dificuldades e o Sindprev sempre foi omisso. Bastou eu tomar a iniciativa para que, agora, o sindicato passe a ocupar a mídia para querer ser o “pai da criança”. Eu não me importo com isso, desde que o façam com responsabilidade e não com mentiras. É preciso que a mídia e a sociedade percebam o que está por traz disso tudo.” acrescentou Edgar.Segundo Edgar Barros, o Setor de Logística do INSS, está com dificuldade de encontrar no mercado imobiliário, um imóvel entre 800 a 1.000 m2, para locação ou compra.
O INSS trabalha com a possibilidade de adquirir o imóvel onde funcionava uma empresa de telefonia celular, na praia da Avenida. “Temos de conseguir um imóvel às proximidades da agência atual, para não dificultar o acesso dos segurados. Até a presidência do INSS, em Brasília, está trabalhando essa possibilidade”, completou. Os engenheiros também não recomendaram reformas porque sairia mais caro que a aquisição de outro prédio.Recentemente o INSS tentou ampliar o número de banheiros daquela agência, mas a Superintendência não recomendou o serviço por conta do processo de mudança e não justificaria investir numa obra que será vendida ou leiloada futuramente. Caso as negociações com a empresa de telefonia não prospere, o INSS já tem um plano “b” que será a compra de um terreno para construir uma nova unidade, em substituição a atual.
Outros imóveis Essas unidades também funcionavam em prédios antigos, com problemas estruturais. Mas com a parceria das prefeituras municipais, que doaram os terrenos, agora funcionam em unidades modernas e confortáveis.Além disso, este ano serão realizadas reformas nas agências em Delmiro Gouveia, União dos Palmares e Palmeira dos Índios. |