“A avaliação da campanha mostra que, com 95% da população canina imunizada, Alagoas ultrapassou a meta e atingiu o objetivo de vacinar cães e gatos. Isso significa dizer que conseguimos impedir que os animais possam adoecer e transmitam o vírus da Raiva para o ser humano”, disse Valmir Costa.
Ainda segundo o coordenador Estadual da Campanha, a meta alcançada é fruto das ações contínuas que a Sesau vem realizando. Isso porque, desde 1998, Alagoas tem conseguido superar a meta preconizada pelo Ministério da Saúde.
Nos municípios com maior população canina e felina, foram imunizados, 83.315 cães em Maceió - o que representa 90%; em Arapiraca foram vacinados 19.315 cães - 97%; e em Penedo, 5.961 cães, que corresponde a 98%. De acordo com as notas técnicas enviadas pelos municípios, não houve nenhuma notificação de reação adversa em relação à vacina.
A Campanha de Vacinação Antirrábica foi aberta oficialmente no último dia 26 de novembro. Ao todo, 1.749 profissionais estiveram envolvidos nas ações, que aconteceram em 3.510 postos fixos, espalhados pelos 102 municípios do Estado.
A doença - A Raiva é uma doença de países pobres, por isso, segundo Valmir Costa, é preciso ter consciência acerca do cuidado com os animais. O principal deles é vacinar os caninos e felinos contra a doença, evitando assim a transmissão para a população.
“Quando um animal é infectado pelo rabdovírus, ele morre em cerca de 10 dias. Em relação ao homem, há o registro de apenas um caso de sobrevivência no Estado de Pernambuco. O vírus tem alta taxa de mortalidade e é transmitido por mordidas e arranhaduras de mamíferos contaminados”, esclareceu.
O mundo inteiro está acompanhando a tragédia ocorrida em Newtown, Estados Unidos, onde um homem de 20 anos abriu fogo em uma escola primária, matando 28 pessoas, entre elas crianças. Enquanto novas informações surgem sobre este caso, passamos a conhecer também sobre as vítimas deste terrível ato.
Uma delas é a menina de seis anos, de cabelos ruivos, chamada Catherine Hubbard, que sonhava em abrir um abrigo de animais quando se tornasse adulta. Em seu obituário, é mencionado seu “amor pelos animais”, e pede-se que sejam feitas doações a abrigos em vez de flores serem compradas para ela.
Alguém tão jovem com um coração tão puro ser vítima de um ato tão violento é terrível. O fato dos pais de Catherine reconhecerem e honrarem o amor da sua filha pelos animais é tocante. O abrigo escolhido pela família para receber as doações é o The Animal Center para o qual várias pessoas já fizeram uma doação em nome de Catherine.
Através do Facebook, o abrigo se diz honrado em receber doações em nome de Catherine, e diz que todos estão sofrendo com a tragédia de sexta-feira.
A ANDA deixa aqui, com essa matéria, uma singela homenagem.
Nosso blog concorda com as palavras da ANDA
Fonte: anda.jor.br ( Roberta Oliveira – foto da família )
Os animais de estimação mortos nos Estados Unidos poderão acompanhar seus donos por toda a vida graças a uma moda no país que permite transformar as cinzas de cachorros, gatos e outros bichos em anéis e pingentes. A arte de transformar os restos de animais de estimação em joias cresceu com força nos últimos anos e chega depois dos americanos se acostumarem a fazer o mesmo com as cinzas de seus familiares.
"A joalheria de incineração é a melhor maneira para que as cinzas daqueles que amamos permaneçam sempre em nossos corações", explicou Mark Hamilton, joalheiro e fundador da Psyche Cremation Jewelry, empresa do Oregon, onde ele elabora relíquias feitas de animais de estimação para todo o país.
"Quando os restos dos animais são transformados em joias, cada uma com seu próprio desenho e particularidade, transformam-se em uma obra de arte", assegurou o jovem artista, que garante fazer 100% do processo de fabricação.
"Há muitas empresas neste país que se dedicam à joalheria de incineração de forma quase industrial. Eu acho que quando as pessoas fazem isso é porque procuram algo especial, algo único e feito à mão, não produzido em série por uma máquina", afirmou Hamilton.
Para elaborar um pingente de aproximadamente dois centímetros e meio de diâmetro, Hamilton mistura os restos dos animais de estimação com silicato de boro, um componente do vidro muito usado, por exemplo, em instrumentos ópticos, o que gera uma profusão de pequenas borbulhas de dióxido de carbono no interior do cristal.
"O tamanho e o desenho feitos pelas borbulhas não pode ser controlado, já que se trata de uma reação orgânica que ocorre ao se fundir o vidro e as cinzas, o que garante que jamais haverá duas peças iguais, cada uma será única e especial", comentou o artista.
A Psyche Cremation Jewelry é uma das muitas empresas nos EUA que se dedica a essa prática. Na maioria dos casos, trata-se de companhias que já ofereciam o serviço para restos humanos e que, com o passar do tempo, ampliaram o leque para animais, embora também existam empresas dedicadas exclusivamente aos bichos de estimação.
Esse é o caso da Pet-Gems, companhia familiar com sede no estado de Rhode Island, que cria as joias a partir de uma mistura do mineral zircônio e dos restos incinerados do animal de estimação, o que produz joias de cores variadas, do azul ao laranja.
"Não tenho muita ideia de joalheria nem do preço das pedras preciosas, mas há uma de valor incalculável para mim: meu anel feito a partir das cinzas de Tiger, meu gatinho, e de Brady, meu coelhinho", escreveu Shelley Schniepp no perfil do Facebook da Pet Gems.
"A cada dia contemplo meu precioso anel. É a homenagem que meu cachorro Boone merecia após 15 anos juntos", disse por sua vez Karin Caroline.
Um pingente da Psyche Cremation Jewelry, a pequena empresa do artista Mark Hamilton, custa entre US$ 70 e US$ 100, e o processo de elaboração demora cerca de três semanas.
"Escolhi Psyche como o nome do meu negócio porque é o termo grego para se referir à alma, para aquele elemento que segue vivo, inclusive após abandonar o corpo. Criamos peças que nos permitem seguir sentindo a presença dos seres queridos mesmo depois que morrem", concluiu o joalheiro.
RECEBEMOS UMA DENÚNCIA QUE NO TABOLEIRO DOS MARTINS EM MACEIÒ ALGUNS IDIOTAS, CRETINOS, ESTÃO RETIRANDO PELE DE ANIMAIS.
NÃO AFIRMARAM QUAIS ANIMAIS, MAS, PROVALMENTE, CÃES E GATOS.
SER HUMANO COM ESPIRITO DO DIABO PRATICANDO MIAS UM ATO DE CRUELDADE CONTRA OS ANIMAIS.
VAMOS DENUNCIAR.
LIGUE 181.
LIQUE CCZ 3315 5469
PROCURE A OAB : COMISSÃO DE DEFESA ANIMAL.
PROGRAMA MUNDO ANIMAL : 3223 1710
NÃO FIQUE CALADO.
OS ANIMAIS NÃO FALAM MAS NÓS FAMOS POR ÊLES.
Uma britânica que sofre de um distúrbio do sono disse que seu papagaio aprendeu a acordá-la toda vez que ela dormia em posição perigosa.
Em 2009, Barbara Smith-Schafer, de 62 anos, foi diagnosticada com apneia obstrutiva do sono (AOS).
Schafer explica que Dominic, seu papagaio-cinzento, pode imitar o seu ronco e acordá-la batendo as asas e mordendo seu ombro se perceber que ela parou de respirar.
Muito comum, a apneia do sono eleva a pressão sobre o coração e pode provocar sérios problemas cardíacos.
Schafer conta que, no início, ficava envergonhada quando Dominic imitava seu ronco.
"Mas desde que a minha doença começou a piorar, ele aprendeu a me acordar quando eu dormia em uma posição perigosa, ou quando eu parava simplesmente de respirar", explicou.
"Ele se tornou realmente meu maior protetor", acrescentou.
A apneia é causada por uma interrupção das vias respiratórias durante o sono e uma de suas consequências diretas é o ronco alto.
Antigamente, quando Schafer pegava no sono sentada, por exemplo, chegava, muitas vezes, a bater com o rosto na mesa de sua sala de estar dormindo.
Por causa disso, ela quebrou seu nariz cinco vezes, além de ter fraturado seu ombro.
Michael Oko, otorrinolaringologista e especialista em medicina do sono no Boston Pilgrim Hospital, no condado de Lincolnshire, na Inglaterra, disse: "Uma a cada cinco pessoas que ronca sofre de apneia obstrutiva do sono que, sem não tratada, pode levar a problemas cardíacos significativos e não-oxigenação do cérebro".
"Felizmente para alguns de nós que não podem recorrer a ajuda primordial de um papagaio talentoso, há tratamentos altamente eficientes e recomendados", explicou.
Schafer possui agora um equipamento de oxigenação ao lado de sua cama, que a impede de parar de respirar enquanto dorme.
"Ao mesmo tempo que sou grata a Dominic por sempre estar alerta, certamente não sentirei falta das chamadas dos paramédicos ou dele fazendo graça do meu ronco", afirmou.
Todos os anos, crianças e adultos participam nas festas de Natal em espetáculos de circo. Mas há cada vez mais consciência de que por detrás desses momentos de felicidade existe um cotidiano de autêntica escravatura animal. De fato, muitos dos animais que nos habituamos a ver nos circos nunca chegaram a conhecer a liberdade, tendo nascido já em cativeiro. Para conseguirem cumprir as tarefas que os domadores lhes exigem em palco, passam pela técnica de condicionamento – o método de Pavlov – à custa de muita dor e privação de alimentos. No palco, basta ouvirem o som do chicote ou de determinada música para efetuarem a ação pretendida, condicionados pelo terror do castigo em caso de falha.
A estes métodos de ensaio dos números de circo junta-se o quotidiano vivido em péssimas condições, de uma vida inteira confinada a um pequeno espaço, em transportes frequentes e sem condições, sem acesso a cuidados de saúde decentes nos casos de ferimentos e doenças. Tudo resulta numa esperança de vida muito inferior à dos animais que vivem em liberdade.
Para denunciar esta situação, o Bloco de Esquerda insiste em que o circo do século XXI não precisa de cometer nenhuma crueldade com os animais para apresentar um espetáculo criativo e agradável para quem o vê. “Circo natural é sem animal” é o slogan desta iniciativa de compartilha de imagens nas redes sociais, que defende que “este espetáculo [com animais enjaulados, explorados e maltratados] tem de acabar”.
No início de 2012, o Bloco denunciou no parlamento a utilização de crias de animais protegidos nos circos no Natal do ano passado, em clara violação da portaria de 2009 que proíbe a sua utilização em espetáculos. Na altura, a deputada Catarina Martins pôs em causa a existência e a eficácia das inspeções aos circos de Natal, que não conseguiram identificar e acabar com a exploração de espécies protegidas, como era o caso dos tigres com poucos meses de vida num dos maiores circos em exibição em Lisboa.
A amizade improvável entre um cão que vive abandonado e uma solitária fêmea de cervo chamada Ella chegou ao fim nesta semana, quando funcionários de um abrigo não letal colocaram uma armadilha para capturar o cão.
Os dois companheiros sem lar e antes solitários se tornaram inseparáveis nos últimos meses, e viviam no Cemitério Elmwood em Kansas City (EUA), tornando-se mascotes do cemitério.
Voluntários levavam comida e água para o cachorro, que tinha medo de pessoas. Funcionários do cemitério e voluntários disseram que, enquanto a cervo fêmea poderia sobreviver ao inverno, o cão “provavelmente não”.
“Ella é nosso mascote e aparentemente encontrou um amigo neste cão, e aprecia a sua companhia”, disse John Weilert, presidente do Cemitério Elmwood, em entrevista ao veículo The Star.
Quando os voluntários do abrigo Wayside Waifs vieram para buscar o cão, Ella estava lá também. Os funcionários do cemitério disseram que Ella ficou ao lado da van quando eles colocavam o cão para levar embora, informa a KCTV.
“Partiu meu coração vê-los sendo separados, mas foi preciso”, afirmou um dos funcionários em um e-mail a amigos de Elmwood, de acordo com o The Star.
No entanto, ele disse à KMBC que as pessoas poderiam aprender algo sobre “amizades entre espécies diferentes”. “As pessoas e grupos dissidentes podem aprender uma lição com Ella e o cão”, acrescentou.
Segundo reportagem da KMBC, todos esperam que a pessoa que adotar o cão leve-o de volta para visitar Ella. Enquanto isso, o abrigo afirma que ele receberá alguns cuidados.
Já se foi o tempo em que o Natal era comemorado apenas por pessoas. Cada vez mais, os animais de estimação são inseridos nesta data não só com presentes. Cães, gatos e até porquinhos da índia, além de poderem se vestir com roupas que remetem a data, podem se deliciar com uma ceia feita exclusivamente para eles, com direito a panettone e petiscos com sabor de peru. Acreditando no potencial do mercado pet, uma loja em Santos, no litoral de São Paulo, decidiu apostar em produtos natalinos para animais com o objetivo de tentar faturar mais alto no final do ano.
Segundo Taiana Ribeiro, responsável pelo comércio, há diversas novidades em roupas, tratamentos e alimentação para os animais neste fim de ano. As roupas de Papai Noel, por exemplo, são as mais pedidas para o Natal. Já para o ano novo existe uma grande procura por paletós e vestidos brancos que devem ser utilizados na virada. Cada uma das peças custa aproximadamente R$ 100.
O grande problema, porém, é que nem todos os animais se sentem bem utilizando roupas. Ainda mais no calor. Para esses bichos, existem várias outras opções, como os banhos especiais de fim de ano ou as ceias de Natal. No banho, por exemplo, é comum os animais saírem bastante enfeitados. Nessa época do ano, os petshops aposentam os enfeites comum e adotam outros com motivos natalinos, deixando os animais caracterizados para a festa.
Já a ceia de Natal foi criada especialmente para os cães mais agitados, que não conseguem ficar calmos enquanto a família come na mesa. Por isso, os animais também tem direito a uma ceia tradicional de Natal. Uma das opções mais procuradas são os bifinhos natalinos sabor peru. O panetone também ganhou uma versão canina e pode ser encontrado nos sabores carne ou uva passas, dependendo do gosto de cada cão.
Opiniões divididas
Enquanto algumas pessoas aproveitam para desfilar com o animal todo enfeitado pelas ruas, outras não acham a ideia de colocar no pet uma roupa natalina. O engenheiro Márcio Salgado, por exemplo, acredita que o Natal é uma época de confraternização e, por isso, o cachorro também deve entrar no clima, já que segundo Salgado, faz parte da família. "Minha cachorra está conosco nos momentos bons e ruins. Ela usaria essas roupas tranquilamento. Já em relação ao panettone parece uma boa ideia. Durante a ceia ela fica rodeando a mesa querendo provar o que estamos comendo, e sempre acabamos dando um pouquinho. Ela merece provar esses produtos exclusivos para cães", explica.
Já a artesã Márcia Teixeira pensa exatamente o contrário. Ela acredita que os animais precisam de carinho e cuidados, não serem vestidos de Papai Noel. "Eles precisam de, no máximo, uma roupinha de frio. Vestir de Papai Noel é demais. Tem tanta gente passando fome. Não vejo porque gastar dinheiro com esse tipo de futilidade. Cachorro não se importa com luxo, com vaidade. Um pote de ração, outro de água e uma cama quentinha para eles está perfeito", acredita.