Especialista em histórias de terror, erotismo, fantasia e aventuras, o cineasta espanhol Jesús Franco, famoso por sua filmografia singular, morreu nesta terça-feira (2/4) aos 82 anos vítima de um derrame, informou a Academia Espanhola de Cinema.
Mais conhecido como Jess Franco, apesar de outros pseudônimos como Jess Frank, Clifford Brown ou James P. Johnson, "o prolífico e heterodoxo diretor, roteirista, produtor, ator, montador e músico faleceu nesta terça-feira em Málaga, a cidade na qual vivia, aos 82 anos", anunciou a Academia.
Este cineasta irreverente e rebelde, que deixou uma filmografia com mais de 200 títulos, "morreu no Hospital Pascual da capital andaluz, onde foi internado na quarta-feira passada".
Jess Franco era considerado por muitos o 'pai' do cinema B espanhol e um cineasta cult.
Nascido em Madri em 1930, Franco, tio do escritor Javier Marías e do falecido cineasta Ricardo Franco, abandonou os cursos de Filosofia e Direito para estudar Cinema em Madri e Paris, ante de iniciar em 1959, com a comédia "Tenemos 18 años", uma prolífica carreira que o levou a realizar até 10 filmes por ano.
"Gritos en la noche" (1962), "Necromicón" (1968), "Diario íntimo de una ninfómana" (1972), "Un silencio de tumba" (1972), "Killer Barbys contra Drácula" (2002) são alguns dos filmes de destaque da carreira de Franco.
Franco colaborou, entre outros, com diretores como Berlanga, Bardem, Nicholas Ray, Robert Siodmak e Orson Welles.
As provocações durante a carreira o levaram ao exílio durante a ditadura franquista.
Recebeu um Goya - o Oscar do cinema espanhol - em 2009 e era admirado por cineastas como Fritz Lang (falecido em 1976) e Quentin Tarantino.
Aos 82 anos, Franco acabara de estrear, fora do circuito comercial, seu último filme: "Al Pereira vs the Alligator Women".
Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br
Tags: R.I.P
O curta-metragem “Sobre Relógios, Sonhos e Liberdade” com direção e roteiro do palmeirense Ailton da Costa, foi produzido com o premio de Incentivo à Produção Audiovisual em Alagoas (SECUT-AL) em 2012 e narra à história de um homem que vive em função do tempo e de seu trabalho num escritório de contabilidade e que começa a ser atormentado por um sonho que o impede de distinguir entre o que é real e o que é ilusão.O filme é uma crítica ao sistema de trabalho moderno e a lógica do tempo.
Entrevistamos Ailton antes da estreia de seu curta, e ele nos fala sobre sua paixão pelo cinema e a dificuldade de se fazer cinema no interior de Alagoas.
Mondo Bizarro - Fala-me um pouco sobre você? Quem é Ailton da Costa Silva Júnior?
Aílton da Costa - Bom, é sempre complicado falar de se próprio, mas o professor de História e cinéfilo Ailton da Costa prefere ser descrito como uma pessoa inquieta (pode conferir com meus amigos) foi devido a essa inquietude e intensa hiperatividade que eu comecei a escrever pequenas histórias aos 12 anos, eu me via rabiscando em um caderno velho de madrugada (risos). Eu me graduei em História pela Universidade Estadual de Alagoas com um trabalho final sobre o filme Vidas Secas e o Cinema Brasileiro da década de 1960, a minha especialização em Docência do ensino superior veio logo em seguida, mas foi no mestrado em Sociologia na UFAL que eu consegui inserir uma pesquisa mais aprofundada sobre o Cinema Novo e as memórias das pessoas que haviam participado do filme Vidas Secas de Nelson Pereira dos Santos. Eu nunca me desvinculei da temática sobre a sétima arte, eu acredito que o cinema é a combinação de toda a inquietude humana, a inquietude que nos leva a criar as diversas artes, com o propósito de escapar dessa realidade angustiante.
MB – Como surgiu esse amor pelo cinema?
AC - O gosto pelo cinema começou com meu pai. A influência dele quando criança sempre foi basilar, e eu comecei gostando de “Western”, À medida que crescia e percebia que os estilos eram extremamente variados. A semente do cinema já havia sido plantada no meu subconsciente e se intensificava a cada dia, é impressionante falar disso agora, vejo com mais clareza que esse interesse é mais forte do que muitas coisas em minha vida (risos), talvez seja uma doença (risos).
MB -Como surgiu o roteiro de “Sobre Relógios, Sonhos e Liberdade”?
AC - Foi em 2008, logo depois de ter sido demitido de um órgão bancário na minha cidade. No dia da minha demissão, arrumei as coisas da minha mesa e fui para casa. Nesse caminho de volta para casa, tive a ideia do roteiro que deu origem ao curta-metragem.
MB - De quem foi à ideia de se inscrever no Prêmio de Incentivo à Produção Audiovisual em Alagoas?
AC - Foi o meu amigo, Luca Barros, que me informou da existência do edital de incentivo a produção audiovisual. Esse edital estava na segunda edição e só tomei conhecimento através dele. Como tinha um grande número de roteiros, me interessei em inscrever um deles.
MB – Como foram às filmagens?
AC - Esse é o meu primeiro trabalho com recursos financeiros, o edital contemplava cada vencedor com um prêmio de 20 mil reais. Nós filmamos o curta-metragem em mais ou menos oito dias, separando cuidadosamente plano onírico e real, cenas externas e internas, todas filmadas em Palmeira dos Índios, e com figurantes de nossa cidade.
MB - Fazer cinema em Palmeira dos Índios é difícil?
AC - Palmeira dos Índios não tem um histórico de filmes a se contar (risos), é difícil lhe dar com arte em nosso país em qualquer lugar, tanto na música quanto no teatro e o cinema não escapa dessa dificuldade. Mas mesmo sem compreender muito bem o que estamos fazendo com um monte de equipamento pelas ruas de madrugada e ao meio dia filmando, as pessoas ainda assim valorizam a nossa tentativa de engrandecer o cenário artístico de nossa cidade que tinha figuras como Jofre Soares por exemplo.
MB -Depois do lançamento do filme, existem outros projetos?
AC -Nós temos muitas historias ainda a serem filmadas. Estamos desenvolvendo o roteiro para competir neste edital mais uma vez no ano que vem, nosso diretor de arte Mario Zeymison está desenvolvendo um roteiro que promete.
Assista ao filme:
Com o lançamento nos cinemas da 23º aventura do maior agente secreto do mundo, “007 - Operação Skyfall”, a Bond Mania simplesmente voltou com toda a sua força,esse ano teremos desde o lançamento de todos os filmes da série no formato Blu-Ray, além dos relançamentos de todos os livros do agente do seu criador Ian Fleming.
Mais foi sua primeira aventura não oficial que trouxe essa mística ao nome James Bond.
Em 1953, o escritor inglês Ian Flaming, acabara de lançar um livro sobre as aventuras de um espião inglês com licença para matar,o agente 007, JAmes Bond, o nome do livro era “Cassino Royale”.
No ano seguinte, Fleming vendeu os direitos do livro para a produtora de televisão CBS, para a produção de um especial, a historia seria filmado para uma serie de TV chamada “Climax”.
"Casino Royale" foi exibido em 21 de outubro de 1954 como uma produção ao vivo. Quem fez o papel de James Bond foi americano Barry Nelson, seu arqui-inimigo, Le Chiffre, foi interpretado pelo famoso ator Peter Lorre. A primeira Bond-girl foi a atriz mexicana Linda Christian.
O personagem de Bond no episódio foi alterado para um agente norte-americano, descrito como parte da "Inteligência Combinada", apoiado por um agente britânico, Clarence Leiter; "portanto, assim foi a relação anglo-americana descrita no livro invertida para o consumo americano".
Clarence Leiter era um agente da Estação S, sendo uma combinação dos personagens Felix Leiter e René Mathis. O nome "Mathis", e sua associação com o Deuxième Bureau, foi entregue para a personagem feminina principal, chamada de Valérie Mathis ao invés de Vesper Lynd
O episódio foi esquecido desde a exibição até sua maior parte ter sido encontrada na década de 1980 pelo historiador Jim Schoenberger, com o final (incluindo os créditos) sendo encontrados posteriormente. Os direitos do programa foram adquiridos pela Metro-Goldwyn-Mayer junto com os direitos do filme Casino Royale de 1967, abrindo o caminho legal para a produção do filme oficial de 2006.
Assistam a versão completa da primeira aventura do espião James Bond.
Tags: 007
O ator Michael Clarke Duncan faleceu hoje aos 54 anos, de acordo com a The Associated Press. Duncan foi internado em 13 de julho deste ano, depois de uma parada cardiorrespiratória, e continuou hospitalizado desde então. A causa da morte ainda não foi revelada.
Duncan, que nasceu em Chicago, no estado de Illinois, começou sua carreira em Hollywood como segurança, trabalhando para atores como Will Smith e Martin Lawrence. Seu primeiro papel de destaque foi em Armageddon, em 1998.
A consagração veio com À Espera de Um Milagre. O papel do gigante sensível injustamente condenado à morte rendeu ao ator uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, em 2000.
Na filmografia de Duncan também estão Meu Vizinho Mafioso, Planeta dos Macacos, O Escorpião Rei, Demolidor - O Homem Sem Medo, Sin City - A Cidade do Pecado, A Ilha, entre outros. Seu último trabalho concluído no cinema foi The Challenger, filme do diretor Kent Moran, atualmente em fase de pós-produção.
Dono de uma voz poderosa, o ator também dublou Tug em Irmão Urso, foi o Titã Atlas no game God of War II e, em 2011, o alienígena Kilowog de Lanterna Verde.
Fonte: Omelete
Tags: RIP
Com estréia marcada para o dia 13 de Agosto, Badness é a quinta temporada da série australiana Underbelly, dessa vez a historia mostra a luta da Força Tarefa, Strike Force Tuno, da policia de Novas Gales do Sul contra a maior figura do submundo de Sydney, Anthony "Badness" Perish em eventos que ocorreram entre 2001 a 2011. No Brasil ela é exibida pelo canal Globosat HD.
Com sucesso de publico e critica a agora franquia Underbelly , conta com cinco temporadas, a sexta estréia em 2013 e contara a historia do gangster Squizzy Taylor, além de três telefilmes e um spin off e quebra a hegemonia americana sobre seriados de televisão.
A primeira tempora que foi ao ar pelo canal Nine Network em 2008 , concentra-se em eventos que ocorreram em Melbourne, entre 1995 a 2004, conhecido como a grande guerra das gangues, o evento foca o conflito entre a “Gangue de Carlton” e o traficante em ascenção Carl Williams. A a série é baseada no livro Leadbelly: Inside Australia's Underworld dos jornalistas John Silvester and Andrew Rule.
Com uma excelente recepcção por parte do publico autraliano a serie teve continuidade em 2009 com sua segunda temporada, Underbelly: A Tale of Two Cities, retrata principalmente a parceria entre Robert Trimbole e Terry Clark e a influencia do contrabando de drogas loiderada pelo sindicato do Mr. Asia e a sua influência sobre o crime na Austrália.
A série ainda mostra o desaparecimento de Donald Mackay, ativista na luta contra as drogas que entra em conflito com a máfia em Griffith, Nova Gales do Sul, além de mostrar figuras centrais do crime organizado australiano daquela epoca, tais como os todos-poderosos George Freeman e Lenny McPherson, o Sr. Assassino de Aluguel, Christopher Dale Flannery e a guerra entre os irmãos Kane e o assaltante Ray "Chuck" Bennett devido ao grande assalto em uma casa de apostas e toda corrupção dentro do Bureau de Narcóticos e da policia de Nova Gales do Sul. A cronologia da série se passa entre os anos de 1976 a 1987.
Em 2010 estreou a terceira temporada, Underbelly: The Golden Mille se concentra em eventos ocorridos em Kings Cross, zona do meretrício em Sydney durante os anos de 1988 a 1999.
Nesse capitulo, é mostrada a asceção de John Ibrahim no submundo de King Cross sucessor direto de George Freeman e seu sócio Lenny McPherson, a historia da ex-prostituta que vira policial e agente secreta Kim Hollingsworth, a asceção e queda dos traficantes Louis e Bill Bayeh,Danny "DK" Karam e Benny Kassab, além de mostra o psicotico Michael Kanaan.
A temporada ainda nos revela as atividades da policia corrupta de King Cross na figura de Trevor Haken e "Chook" Fowler.
No início de 2010 o canal Nine Network anunciou que três telefilmes iriam continuar a franquia Underbelly.
Chamados de Underbelly Files, o primeiro, Tell Them Lucifer was Here, onde retrata os assassinatos dos policiais Gary Silk e Rod Miller, que ocorreu em 1998 e mostra os enormes esforços da Força-Tarefa Lorimer em liderar a caçada humana a seu assassino, ou assassinos.
O segundo telefilme ganhou o titulo de Infiltration, e conta a história do detetive Colin McLaren que se passou por negociante de arte e se infiltrou na filial australiana da máfia calabresa, a 'Ndrangheta
O ultimo telefilme, The Man Who Got Away, conta a história de David McMillan, traficante de drogas britânico nascido australiano e o único ocidental na história para escapar de prisão Klong Prem em Bangcoc.
Em 2011 a Nine Network anuncia a quarta temporada de Underbelly, com o subtítulo Razor, baseado no livro de mesmo nome escrito por Larry Writer e ganhador do premio Ned Kelly. a hitoria se passa entre 1927 e 1936, em Sydney, quando o crime organizado na Austrália tornou-se mais proeminente. A historia foca a sangrenta batalha entre as duas principáis rainhas do submundo autraliano ,Tilly Devine e sua rival Kate Leigh.
Spin-Off
A TV3 da Nova Zelandia lançou um spni-off da franquia australiana, Underbelly NZ: Land Of The Long Green Cloud, narra a historia do sindicato Mr. Asia, através dele próprio e sua ligação com Terry Clark, que apareceu na segunda temporada de Underbelly, a ação se passa entre os anos de 1976 a 1980.
Com uma produção luxuosa e elenco afiado Underbelly é uma das melhores séries sobre o crime organizado feita para a televisão, e divide lado a lado com a premiada série de Martin Scorsese, Boardwalk Empire, a posição de destaque no universo televisivo mundial.
Tags: SeriesAustralia
O novo filme do herói aracnídeo da Marvel, O Espetacular Homem-Aranha, que estreou no começo de julho em todos os cinemas do mundo, chegou a Maceió com um problema, onde estão as cópias legendadas e em 2D??
O filme ocupa setes salas de cinemas na capital de Alagoas, em cinco salas existe uma copia dublada, para a garotada, razão da censura de 10 anos que o filme recebeu, e entre elas, duas 3D, nas restante, esta lá, legendado, mas também em 3D.
Eu como grande fã de quadrinhos não irei ver o filme no cinema, infelizmente, e é essa a minha indignação, precisava tantas salas dubladas? E quem não gosta, assim como eu, de ver um filme na telona dublado.
Uma coisa que fique bem clara, não é que eu não goste da dublagem brasileira, eles fazem um excelente trabalho, talvez seja a melhor dublagem feita no mundo, e eles mostram isso em toda película que caem em solo brasileiro, e eu particularmente prefiro alguns filmes dublados ao invés do som original, o filme De volta para o Futuro, que passava nas antigas Sessões da Tarde e que hoje em dia não passa nada que preste, é um exemplo disso.
A questão é simples: Cinema com filme dublado só desenho e olhe lá.
E também não sou adepto ao filme em 3D, que eu nunca consegui assistir direito devido à tontura que me dar colocando aqueles óculos pesados, e não sou só eu que menospreza essa tecnologia.
Não sou antiquado para as novas tecnologias no cinema, mas a questão do 3D esta virando uma chatice, qualquer filme que entra em cartaz tem sempre que ter seu equivalente em 3D, e se for filme antigo e de sucesso, lá vem ele com uma cópia em terceira dimensão, só faltam reinaugurarem o antigo Cinema Ideal e colocar um pornô em 3D, e sim!!! Esse tipo de filme também existe viu.
Infelizmente estou me tornando uma minoria cinematográfica.
PS: E para fechar vejam como aconteceu a epopéia saga do Homem-Aranha nos estúdios da Cannon Films, ou para os mais saudosistas, aquele estúdio onde saiam filme do Chuck Norris, Charles Bronson na década de 80.
Tags: Cinema, Hq, 3D, dublado
O excelente site Pajiba fez uma lista com os 25 filmes que mais utilizam a palavra "Fuck", resolvi com o bom Ctrl C e Ctrl V colocar pra vocês.
1 - Fuck (Documentário, 2005) — 824 times
2 - O Verão de Sam (1999) — 435
3 - Violento e Profano– (1997) – 428
4. Casino (1995) - 398
05. Alpha Dog (2007) - 367
6. Twin Town (1997) — 318
7. No Rastro da Bala (2006) — 315 — 311
8. Martin Lawrence Live: Runteldat (2002)
9. Perigo Para a Sociedade (1993) — 300
10. Os Bons Companheiros (1993) — 300
11. Narc (2002) — 297
12. Tempos de Violência (2006) — 296
13. Made (2001) - 291
14. Kids e os Profissionais (1998) — 291
15. Força Policial (2008) — 291
16. Dirty - O Poder Da Corrupção (2005) — 280
17. I'm Still Here – O Ano Perdido de Joaquin Phoenix(2010) — 280
18. Soldado Anônimo — (2005) — 278
19. Estranhas Amizades (2001) — 274
20. Propriedade Do Estado 2 (2005) — 271
21. Atraídos pelo Crime (2010) — 270
22. Cães de Aluguel (1992) — 269
23. Pulp Fiction (1994) — 265
24. O Grande Lebowski (1998) — 260
25. O Império (do Besteirol) Contra-ataca (2001) — 248
Tags: Lista
Com o lançamento do mais esperado filme baseado em quadrinhos, Os Vingadores, resolvi fazer uma pequena lista das piores adaptações de Hqs para o cinema.
E dêem uma olhada no look do filme dos Vingadores que poderia ser lançado em 1978.
E vamos à lista
Hors Concours
0 – O Quarteto Fantástico – Direção: Oley Sassone – 1994
Editora: Marvel
As inúmeras lendas que rodam esse filme, dizem que uma produtora alemã comprou os direitos da Marvel para a adaptação do Quarteto Fantástico, mas não conseguiu levar o projeto adiante, porém havia uma cláusula onde a produtora deveria pagar cinco milhões de dólares para Marvel caso o filme não fosse feito. Desesperada, ela procurou o produtor Roger Corman que liberou um milhão e meio de dólares (um fortuna para Corman) para que ele fizesse o filme o mais rápido possível. Resultado, o filme foi feito em um mês.
Nunca foi lançado no cinema ou vídeo,só existem cópias na web, é objeto de culto por parte de muitos, é ruim até a medula, mas tem o seu charme.
1 - Howard, O Super Herói – Direção: Willard Huyck – 1986
Editora: Marvel
Ganhador do premio Framboesa de Ouro de Pior Novas Estrelas, Os seis atores e atrizes que se fantasiaram de pato, Pior Filme, Pior Script de Gloria Katz e Willard Huyck e Pior Efeito Visual.
A bola fora do produtor George Lucas, ele produziu esse filme que é baseado nos quadrinhos de Steve Gerber e roteiro de Bill Mantlo, com o fracasso comercial e o prejuízo na conta bancária, Lucas estava na pior. Seu amigo Steve Jobs fez então uma boa proposta pelo seu estúdio de animação por computador – que, anos mais tarde, virou a Pixar. Ou seja, o fracasso de Howard foi indiretamente responsável por filmes como Monstros S.A. e Wall-E.
O filme é bizarro to começo ao fim.
2 - Superman IV - Em Busca da Paz – Direção: Sidney J. Furie – 1987
Editora: DC Comics
Produzido pelos reis da picaretagem cinematográficas nos anos 80, Menahem Golan e Yoram Globus, donos da Cannon, figurinha carimbada em filmes de baixo orçamento e de consumo rápido, que no Brasil ficou popular pela distribuidora América Vídeo.
Resolveram bancar o quarto filme da série Superman, e se deram mal. Com roteiro do próprio Christophe Reeves, que até poderia render um bom, filme,redsultou num filme cheio de defeitos entre os principais os efeitos visuais e sonoros, além de um monte de furo na continuidade do filme, como a de Superman voando com Lacy no espaço, sendo que nesta cena o cabelo da menina voa e ela respira. Um triste fim de carreira para o único super-homem dos cinemas.
3 - O Monstro do Pântano – Direção: Wes Craven – 1982
Editora: Marvel
Wes Craven a mente doentia por trás do filme Aniversário Sangrento trouxe alegria para os fãs. Mas como ele não estava nos seus melhores dias o diretor acabou rodando um filme mixuruca em que nada funciona que não se decide em aventura, comédia, drama ou terror e que nem a roupa do monstro se salva. Ruindade do começo ao fim da película.
4 - Mulher-Gato – Direção: Pitof – 2004
Editora: DC Comics
Helen Berry e Sharon Stone recontando a origem da Mulher Gato.Tenho apenas uma coisa a dizer obre esse filme: Uma merda!!!!
5 - Batman Eternamente - Direção: Joel Schumacher – 1995
Editora: DC Comics
Depois dos primeiros filmes dirigidos por Tim Burton, os produtores resolveram mudar o time que estava ganhando, resultando numa decepcção, não esse Batman não foi um fracasso de bilheteria, pelo contrario foi muito bem, foi o segundo filme de maior bilheteria de 1995. Mas no filme existe um problemão chamado Joel Schumacher Vs. Val Kilmer.
Brigas de estrelismo rondaram a produção, parecia um telecath entre o diretor, Kilmes, Tmmy Lee Jones e Jim Carrey.
Mas vamos ao filme, a total mudança de tom dos filmes anteriores para esses fizeram de Batman Eternamente um terror para os fãs, considerando ter tido inspiração no seriado camp dos anos 60, Joel Schumacher preparava o terreno para o que viria a seguir.
Chato e prepotente, Batman Eternamente cansa o publico à medida que vai assumindo o seu lado cômico.
6 - Batman & Robin – Direção: Joel Schumacher – 1997
Editora: DC Comics
O que era inspiração do seriado camp dos anos 60, dessa vez virou fato. Com isso Schumacher, chamou George Clooney, Arnold Schwarzenegger, Uma Thurman, Chris O'Donnell e Alicia Silverstone para simplesmente destruir o personagem do Batman no cinema, com Schumacher sentado em um guindaste com um megafone e gritando antes de cada filmagem, "Lembre-se, todos isso é um desenho animado", transformou o filme num enorme playground, onde nada funciona, nem a ação nem a comedia, nem Batman, nem Robin, nem Batgirl, um verdadeiro samba do afro-brasileiro doido. Ainda bem que Christopher Nolan resgatou o morcegão do limbo.
O filme Venceu categoria de Pior Atriz Coadjuvante, coitada da Alicia Silverstone, no framboesa de ouro.
7 - Spawn, o Soldado do Inferno – Direção: Mark A.Z. Dippé – 1997
Edidora: Image
A grande criação de Todd McFarlane no universo dos quadrinhos virou um filmezinho classe z não mãos desse tal Mark Dippé, sem a violência usual que marcas os gibis do herói, essa aventurazinha de quinta só se destaca pelo ator John Leguizamo fazendo o Violador, e é só.
Vai ser ruim assim lá no inferno.
8 - Elektra – Direção: Rob Bowman – 2005
Editora: Marvel
Com o sucesso mediano do filme O Demolidor, a Marvel apostou um filme da assassina mais querida no mundo dos quadrinhos. Não adiantou continuar com a musa Jennifer Garner, esqueceram de melhorar o roteiro e desenvolver melhor as cenas de ação, que por sinal dão um sono.
9 – Steel - O Homem de Aço - Direção: Kenneth Johnson – 1997
Editora: DC Comics
Veículo para o astro da NBA, Shaquille O'Neal, mostra um personagem secundário da famosa saga Morte do Superman, claro já era ruim no gibi e multiplica a ruindade num filme feito pra crianças.
10 - Homem-Coisa – Direção: Brett Leonard – 2005
Editora: Marvel
O Homem-Coisa foi criado por Stan Lee, Roy Thomas e Gerry Conway. O roteiro é vagamente baseado nas histórias escritas por Steve Gerber (que dá nome a um dos personagens secundários), autor da maior parte das publicações em quadrinhos dos anos 1970 com o personagem.
Filme de baixo orçamento onde nada acontece, não existe grandes lutas, nem sangue, nem violência, nem zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz. Putz! O filme acabou e eu dormi.
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